Não, não se assustem. Apesar do termo mágico esse título não pretende evocar nada de místico, oculto ou transcendental. Simplesmente empresta o nome de um artigo científico de George A. Miller que propõe a asserção de que a capacidade da memória humana de curto prazo limita-se a aproximadamente sete itens a cada vez. Há sete lugares ali, se entra um novo item, outro tem que sair. Evoquei esse trabalho em função do resultado do jogo da semifinal da copa do mundo de 2014 entre Brasil e Alemanha. E deixo aqui meu agradecimento aos alemães por terem me animado a compartilhar algumas reflexões, um pouco dispersas e prematuras, que exponho a seguir. E isso é tudo quanto ao número sete. Na verdade só evoquei o artigo de George Miller para poder tomar emprestado seu título. Continuar lendo